Terça-feira, Outubro 07, 2008


.:: Despedida ::.


Calma, não é isso que você está pensando!! De fato estou me despendindo sim, mas não é do blog. Estou pedindo demissão é do blogger.com.br que é um provedor bastante atrasado e que me dá mais dor de cabeça do que alegria. Junto com ele eu deixo um grande arquivo que me acompanhou por boa parte desse ano e dos anos passados em que estive por aqui.

A necessidade de algo mais moderno e menos manual me fez repensar quanto a hospedagem. O que mais me aperta o coração é saber que não terei mais esse lindo layout que foi uma obra-prima feita por Samantha do My Milliways. Mas além disso, também tem a questão do feed que é tão bom e tão necessário pra que não entremos naquela mesma página várias vezes pra vê se foi atualizada. A pedidos resolvi atender.

Portanto, agora o Portal Cine agora é hospedado pelo Wordpress que apesar de eu não achar que seja melhor que o Blogspot, apresenta melhores templates, mais simples porém mais bonitos. acabei descobrindo coisas interessantes no provedor que me animou mais em ficar por lá. Espero que curtam e que visitem cada vez mais o novo endereço:

http://www.portalcine.wordpress.com

Por favor, entrem e divirtam-se!!

Postado por Robson Filho às 10:42 PM
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Domingo, Outubro 05, 2008


» Persépolis (Persepolis)

Gênero: Animação
Diretor(es): Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi
Roteiristas: Vincent Paronnaud, baseado em livro de Marjane Satrapi.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Chiara Mastroianni, Catherine Deneuve, Danielle Darrieux, Simon Abkarian, Gabrielle Lopes (2), François Jerosme, Arié Elmaleh, Mathias Mlekuz, Jean-François Gallotte, Stéphane Foenkinos, Tilly Mandelbrot, Sean Penn, Gena Rowlands, Iggy Pop.
Duração: 95 minutos.
Trailer: Clique Aqui!


Eu adoro entrar nos blogs, lê os comentários sobre os filmes levando em consideração os pontos importantes e também aqueles fracos. Os filmes que valem a pena ver e os que nem tanto. Persépolis era um filme que já tinha visto resenhas em vários blogs, mas que não vinha a oportunidade de vê-lo. Já venho reclamando a algum tempo dos péssimos serviços dos cinemas daqui quando o quesito é estréia de filmes, mas em contrapartida estão com um ótimo programa de arte que nos permite vê filmes mais barato e que tiveram grande aclamação por ser arte. Esse filme ficou em cartaz e só vi quando passou o fim de semana, fiquei com tanta vontade de vê-lo que troquei meu estágio pra poder conferi-lo à tarde e valeu a pena.

Persépolis tem uma história que contada como filme poderia até ser mais uma e que nem valesse tanto a pena conferir, no entanto o filme é todo rodado em animação e não é a la Pixar ou Dreamworks. Ele tem um propósito diferente, pois mostra a vida da garota "Marji" Satrapi que passa pela história do Irã de quedas de regimes e ascensões de outros. Quando se viu obrigada a usar o véu, Marji resolveu torna-se revolucionária.

Quem vai ao cinema somente com o intuito de se divertir porque o filme é barato não consegue gostar de Persépolis. Digo isso porque ele é um filme ousado e que não veio pra agradar a todos. Tem um propósito interesse e faz a gente vê uma revolução com um olhar puramente infantil e também como é a reação de uma criança a tais acontecimentos. Além disso, o fato de uma jovem ‘revolucionária’ vê-se obrigada a se exilar pra que não aconteça algo a pior a si. Nesse mundo fora do Irã, nós vemos uma Marji que é forçada a conhecer a vida pessoal levando os ‘tapas na cara’ necessário.

O Oscar não se precipitou em indicá-lo a Melhor Animação, pena que concorria com um filme que também merece seus créditos, Ratatouille. Mas no fim das contas é um filme que é bom de assistir e não acredito que seja só de arte, ele agrada a quem gosta de um bom filme com uma história contundente.

Postado por Robson Filho às 2:22 PM
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Quinta-feira, Outubro 02, 2008


» O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain)

Gênero: Comédia
Diretor(es): Jean-Pierre Jeunet
Roteiristas: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant.
Ano de Lançamento: 2001.
Elenco:Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Lorella Cravotta, Serge Merlin, Jamel Debbouze, Clotilde Mollet, Claire Maurier, Isabelle Nanty, Dominique Pinon, Artus de Penguern, Yolande Moreau, Urbain Cancelier, Maurice Bénichou, Michel Robin.
Duração: 120 minutos.
Trailer: Clique Aqui!


A minha experiência com filmes franceses ultimamente está sendo muito boa, isso inclui além do filme a comentar, também Persépolis e Piaf – Um Hino ao Amor. Como já disse, com O fabuloso Destino não foi muito diferente, mas ele têm particularidades que o diferenciam dos demais e que me chamaram atenção e o fez deixar-me com vontade de vê-lo novamente.

Amélie (Audrey Tautou - O Código Da Vinci) sai do subúrbio após viver grande parte de sua vida com sua família. Ela passa a morar no bairro parisiense de Montmartre e um dia qualquer encontra uma pequena caixa que julgou ser do antigo dono do apartamento, ao encontrá-lo e devolver a caixa vê a emoção nos olhos do homem, o que a faz ter outra visão da vida e procura ajudar as pessoas que estão ao seu redor a partir de pequenos gestos e acaba se apaixonando por alguém que ajuda.

Esse filme me conquistou bastante e acho que um dos pontos principais pra que isso acontecesse foi a questão de mostrar a vida corriqueira das pessoas, a vida que foge a idéia de cinema. O vício que umas pessoas têm, as manias que outras também têm e que, no entanto, poucos sabem ou poucos percebem mas que fala muito da personalidade daquela pessoa e que até entregam quais suas atitudes em determinados aspectos.

A fotografia é de deixar muito filme hollywoodiano pra trás, ela mostra uma combinação de cores que são bastante perceptíveis aos olhos. O roteiro é simples, mas que tem um propósito maior do que é perceptível, mostra que pequenas coisas às vezes são fundamentais pra outras e que pra você talvez nem signifique tanto. Mas não basta ter somente uma boa idéia, a direção e a produção é fundamental pra que a concretização seja bem feita e bem estruturada.

Não cheguei a ver o filme Bósnio Terra de Ninguém, mas acredito que O Fabuloso Destino não tenha ficado muito atrás no momento de escolha de qual seria o Melhor Filme Estrangeiro do Oscar de 2002. Enfim, ele é daqueles filmes que alguns amam e outros apenas gostam. Acho difícil não gostar.


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.:: Prestação de Contas ::.


Prefiro não comentar muito. Os filmes que assisti em sua maioria foram proveitosos e curti esse momento. Como sabem, estive um pouco afastado e, portanto, não pude assistir a tantos mas mesmo assim estou satisfeito quanto a quantidade. Quando eu crescer quero ser, quem sabe, igual a Wally ou Alex ou quem sabe Kamila. hehe

Setembro:

• Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto

• Antes que Termine o Dia

• Conduta de Risco

• Era uma vez...

• Escritores da Liberdade

• Moulin Rouge

• No Vale das Sombras

• O Diabo Veste Prada e ½

• O Fabuloso Destino de Amelie Poulain

• O Labirinto do Fauno e ½

• Onde os Fracos Não Têm Vez

• Orgulho e Preconceito

• Persépolis

• Um Plano Brilhante

Postado por Robson Filho às 11:02 PM
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Terça-feira, Setembro 30, 2008


Error

Postado por Robson Filho às 3:58 PM
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.:: Momento Música - MEME IV e Prêmio Dardos ::.


O amigo Marcel Gois do Talking About Movies me desafiou com mais outro MEME. Esse é interessante porque ele continua mostrando um pouco mais de cada blogueiro, mas agora no mundo da música, mostra quais músicas a pessoa costuma escutar e faz uma msitura maluca com momentos da vida da pessoa, sendo as músicas escolhidas de modo aleatório.

- Abra sua biblioteca de música (iTunes, Winamp, Media Player, iPod etc.)
- Coloque em modo aleatório (shuffle)
- Aperte o play
- Para o primeiro item, digite a música que está tocando
- Quando você for para o próximo item, avance para a próxima música
- Não minta, não distorça e não tente bancar o descolado(a) : ponha a música que está tocando MESMO.

O meu ficou assim:

Créditos iniciais - Toneladas de Desejo/Timbalada & Marisa Monte
AcordandoTodo Carnaval Tem Seu Fim/Maria Rita
Primeiro dia de aulaBebendo Pinga/Aviões do Forró (muito boom!! Kkkkk)
Se apaixonandoPagu/Maria Rita
Música da brigaCorrida de Jangada/Elis Regina
Terminando tudo - Trevo de Quatro Folhas/Fernanda Takai
Aproveitando a vida - Obstinada/Roberta Sá
FormaturaU & Ur Hand/Pink
Caindo aos pedaçosSparkiling Diamonds/Nicole Kidman
DirigindoViagem/Vanessa da Mata (combinoou!)
Flashback - The Pitch (Spectacular Spectacular)/Moulin Rouge
Reatando o namoroDesesperar Jamais/Ivan Lins e Mariana Aydar
CasamentoAmado/Vanessa da Mata
A véspera da Guerra - Fim da Festa/Aviões do Forró
Batalha FinalDestination Calabria/Alex Gaudino Feat. Crystal Waters
Momento de TriunfoMarambaia/Maria Bethânia
Cena da morteSou Dela/Nando Reis
Créditos FinaisDança do Ventre/Aviões do Forró


Desafio agora:

- Samantha do My Milliways

- Cecília do Cenas de Cinema

- Pedro do Tudo é Crítica


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O Prêmio Dardos foi criado com a intenção magna de premiar outros blogs, fazendo que outros passem a ser conhecidos e assim a cadeia de blogs aumente cada vez mais. A definição do prêmio, tirada do blog, é essa aqui: “reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras”.

Os amigos Wally, do excelente blog Cine Vita, Ibertson, do não diferente Cinema Para Todos, e também Marcel Gois do Talkin About Movies, do fizeram uma indicação do meu blog como um dos quinze que eles mais gostam de visitar. Sinto-me feliz e renovado em ter conhecimento disso, pois é os blogs se reforçam cada vez mais quando se sabe o quanto é importante para outros, também. Devo escolher quinze blogs e não foi nada fácil, mas vamos lá:

A Grande Arte | Blog dos Cinéfilos | Cine ao Cubo | Cinéfila por Natureza | Cinema e Argumento | Cine JP | Cine Resenhas | Diário de um Cinéfilo | Império Cinéfilo | O Cara da Locadora | Tablito | Talking About Movies | Media's Talk | Cinéfilos do Cinema | My Milliways


Ao recebê-lo, é preciso seguir as seguintes condições:
- Exibir o logo do prêmio (imagem do topo)
- Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.
- Escolher quinze 15 blogs para entregar o “Prêmio Dardos”.

Postado por Robson Filho às 9:46 AM
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Sábado, Setembro 27, 2008


» O Labirinto do Fauno (El Laberinto Del Fauno)
e ½
Gênero: Suspense
Diretor(es): Guillermo del Toro
Roteiristas: Guillermo del Toro.
Ano de Lançamento: 2006.
Elenco: Ariadna Gil, Ivana Baquero, Sergi López, Maribel Verdú, Doug Jones (1), Álex Angulo, Manolo Solo, César Vea, Roger Casamajor, Ivan Massagué, Gonzalo Uriarte, Eusebio Lázaro, Paco Vidal¹, Juanjo Cucalón, Lina Mira.
Duração: 120 minutos.
Trailer: Clique Aqui!


Ultimamente Guillermo Del Toro está se destacando de forma clara no cenário mundial do cinema, pra que eu isso pudesse dar mais crédito ele precisou fazer um trabalho que ganhasse visibilidade e mostrasse todo seu talento como diretor e produtor cinematográfico. Assim aconteceu com Fernando Meirelles que somente depois de Cidade de Deus passou a ter uma imagem respeitada no mundo hollywoodiano e europeu. Pra que isso pudesse acontecer com Guillermo foi lançado o filme El Laberinto Del Fauno que teve como um dos produtores o mexicano Alfonso Cuarón.

A minha curiosidade era grande quanto a esse filme. Ele sempre me chamou a atenção, não sei se é porque eu gosto do gênero, se é porque foi aclamado, enfim eu queria ver. Compre-o e assisti. Sempre quando você está um pouco ansioso pra ver um filme, você tem certo medo de se decepcionar e com esse não foi diferente, no entanto não me decepcionei em alguns aspectos que fizeram valer a pena vê-lo. Ofélia (Ivana Baquero) é uma garota que sonha em um dia ver uma fada, pois seu mundo é lê livros de contos de fada. Após chegar a uma casa antiga no campo com sua mãe e seu padrasto, ela descobre um mundo onde existem criaturas mágicas e que em outra vida ela foi a princesa desse reino um tanto obscuro. Pra poder tornar a ser a princesa do reino, ela terá que cumprir três tarefas.

Como vocês puderam perceber esse filme tem uma história super interessante e original, coisa que muitos de nós, cinéfilos, estamos procurando nos últimos tempos. O clichê já é de encher a paciência. O que pude perceber nesse filme é que a qualidade de maquiagem é das melhores levando em consideração que estão lado de fora da esfera hollywoodiana, valendo salientar que ganhou o Oscar, desbancando a maquiagem americana. Num cinema em que não há tanto prestígio (por enquanto) isso é de fazer os olhos brilharem. Ponto também pra fotografia dá um ar sombrio ao filme nos momentos certos e muita cor e brilho em outros momentos, Oscar pra ela.

As atuações são boas e conseguem contribuir pra o chamado conto de fadas de adulto. Ela tem uma precisão que permitem passar o código de entendimento necessário e inerente ao filme. Só acho que o que se pecou um pouco foi no roteiro, na parte da metade para o final, pois a história principal, a de Ofélia, foi deixada de lado pra que outra fosse dado ênfase, o que perdeu um pouco o propósito central da trama. No entanto, é um filme que vale do início ao fim.

Postado por Robson Filho às 11:44 AM
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Quarta-feira, Setembro 24, 2008


.:: Top 10 - Beldades que valem (ou valeram) o ingresso ::.


Depois de minha longa separação, meio que forçada, do meu querido blog e da visita dos blogs amigos deste, volto agora com gosto de gás (assim espero). Ao voltar me deparei com esse MEME e com outros, mas vai esse, por enquanto. Nele eu devo dizer quais são pra mim as mulheres que por sua beleza estonteante e boas atrizes, é claro, e que valham a pena pagar um ingresso no cinema. desafiado pelo Sérgio do Blog dos Cinéfilos, o Alex do Cine Resenhas e o Fábio Rockenbach d’O Século da Luz.




Angelina Jolie
Beleza total: Sr. & Sra. Smith
Talento profundo: Garota, Interrompida



Charlize Theron
Beleza total: Uma Saída de Mestre
Talento profundo: Monster - Desejo Assassino



Evangeline Lilly
Beleza total: Lost
Talento profundo: Lost



Jennifer Connely
Beleza total: Diamante de Sangue
Talento profundo: Uma Mente Brilhante



Julianne Moore
Beleza total: O Mundo Perdido - Jurassic Park
Talento profundo: As Horas



Meg Ryan
Beleza total: Cidade dos Anjos
Talento profundo: Cidade dos Anjos



Natalie Portman
Beleza total: Closer: Perto Demais
Talento profundo: Closer: Perto Demais



Kate Winslet
Beleza total: Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
Talento profundo: Titanic



Nicole Kidman
Beleza total: Moulin Rouge – O Amor em Vermelho
Talento profundo: Cold Mountain



Sandra Bullock
Beleza total: A Casa do Lago
Talento profundo: Miss Simpatia



Gostaria que fizesse esse MEME: Samantha do My Milliways (Top 10 com homens, é claro!), Julio e Mateus do Cinéfilos do Cinema e Breno Adegas do Media's Talk

Postado por Robson Filho às 11:14 AM
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Sábado, Setembro 13, 2008


.::Um momento, por favor! ::.




Não sei se sabem mas eu adoro escrever aqui e gosto muito de visitar cada um dos blogs cinéfilos para discorrer sobres os filmes que vi e ficar sabendo dos filmes que devo ou não ver. Dos que me interesso mais e outros nem tanto. Mas nos últimos dias, digamos semanas, eu não estou conseguindo fazer isso. A correria do dia-a-dia vem me tomando a paciência e o tempo e fazer muitas das coisas que mais gosto que é escrever e assitir filmes jã não são tão corriqueiras. Isso me deixa um tanto frustrado já que são coisas que amo fazer e que me dão prazer.

O fato é que estou em semana de provas e trabalhos. Ainda estou tendo reuniões quase sempre já que participo de um encontro de uma igreja católica do meu bairro em que é necessário a reunião constante para ensaios. Porém esse encontro ocorrerá no próximo final de semana e as provas e trabalhos provavelmente já passarão, o que permite que eu tenha mais tempo para o meu lazer. Portanto, somente peço a todos desculpas e que compreendam meu sumiço até o próximo fim-de-semana. Espero voltar com gosto de gás e também comparecer nos blogs de todos que gosto muito de cada um em especial. Agradeço a compreensão de todos.

Abraços!

Postado por Robson Filho às 10:07 PM
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Sábado, Setembro 06, 2008


» No Vale das Sombras (In the Valley of Elah)

Gênero: Drama
Diretor(es): Paul Haggis
Roteiristas:Paul Haggis, baseado em estória de Mark Boal e Paul Haggis.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Joseph Bertot, Brent Briscoe, Devin Brochu, Josh Brolin, Mehcad Brooks, Chris Browning (2), Wes Chatham, Barry Corbin, Wayne Duvall, Frances Fisher, James Franco, Rick Gonzalez, Loren Haynes.
Duração: 124 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Antes de mais nada quero pedir desculpas aos que entram no meu blog, você sabem como é né? Correria do dia-a-dia, semana de provas e trabalhos, o que dificulta a manutenção do blog, mas prometo que tentarei fazer com que isso não aconteça mais, assim espero. Mas vamos ao que interessa: Esse filme sempre me chamou a atenção. Começando pelo nome que, pra mim, é bem chamativo, pela história que é bem interessante e envolve todo um mistério e terminando com dois artistas que acredito valer a pena verificar as performances, Tommy Lee Jones (Onde os Fracos Não Têm Vez) e Charlize Theron (Terra Fria). Ainda há a questão de que aquele foi ainda indicado ao Oscar como Melhor Ator no último que teve fato que não acontecia há algum desde que ganhou a estatueta pela interpretação de O Fugitivo em 1993.

Hank (Tommy Lee Jones) é um militar reformado e é casado com Joan (Susan SarandonSpeed Racer). Os dois têm um filho que se alistou no exército e lutou pelos EUA na guerra do Iraque, porém o seu filho, Mike Deerfield (Jonathan Tucker), voltou do Iraque e desapareceu. A saga começa quando Hank passa a procurar saber do paradeiro de seu filho e começa a desvendar um possível assassinato e quem estaria envolvido na morte de Mike, juntamente com Emily Sanders (Charlize Theron - Hancock).

Podemos dizer que o filme tem uma trajetória boa, que permite ao espectador um bom entendimento sem demais explicações posteriores na questão montagem. Inclusive, ela permite que nós possamos nos surpreender no decorrer do filme com as suposições de quem haveria cometido ou não o assassinato de Mike. Ponto pra Jones que fez por merecer na indicação, soube seguir a regra de uma boa atuação sem muita dificuldade, apesar do que acho que o papel não pedia grandes dificuldades a quem atuasse.

O filme agrada, sim. Ele tem um roteiro que apesar de falhas pequena atinge as expectativas. A história é um tanto surpreendente e até um tanto original. Talvez seja um daqueles filmes que não se tenha muito que falar, somente que vale a pena conferir, o que, com certeza, não é perda de tempo.

Postado por Robson Filho às 10:21 PM
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Sábado, Agosto 30, 2008


» Onde Os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men)

Gênero: Drama
Diretor(es): Ethan Coen, Joel Coen
Roteiristas: Ethan Coen e Joel Coen, baseado em livro de Cormac McCarthy.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Tommy Lee Jones, Javier Bardem, Josh Brolin, Woody Harrelson, Kelly Macdonald, Garret Dillahunt, Tess Harper, Barry Corbin, Stephen Root, Rodger Boyce, Beth Grant, Ana Reeder, Kit Gwin, Zach Hopkins, Chip Love.
Duração: 122 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Continuando minha saga em ver todos os filmes ao menos indicados ao Oscar 2008 de Melhor Filme aí vai o terceiro filme depois de Juno e Desejo e Reparação. Bem, confesso que filmes em que tem verdadeiros serials killers nunca foram meus preferidos, já que não tenho boas experiências com eles, nunca achava uma motivação pra tanta morte e mesmo assim elas eram bem atípicas. Não que nesse filme o que acontece seja bem diferente disso, não. Mas a condução é diferente.

Em um Estados Unidos, mas precisamente no Texas, dos anos 80 as coisas estavam mudando desde quando o Xerife local Ed Tom Bell (Tommy Lee JonesNo Vale das Sombras) assumiu o posto, agora os traficantes estavam tomando conta das fronteiras entre a América e o México e muitas rixas aconteciam, seguidas de morte. Uma em particular, já próxima de sua aposentadoria intrigava o xerife que serviu de mediador nessa história. Depois que Llewelyn Moss (Josh BrolinO Gângter) encontra uma local onde há vários mortos, quilos de drogas e uma maleta recheada com US$ 2.000.000,00 que após levá-la consigo terá que fugir do psicótico assassino Anton Chigurh (Javier Bardem - O Amor nos Tempos do Cólera).

Como falei esse longa não foge a regra quanto a explicação psicológica pra uma pessoa assassinar tantas pessoas, porém ele têm uma motivação bem clara e que de tudo faz pra conseguir a tal maleta recheada de dólares. Javiem Bardem não deixa a desejar nesse filme, pois sua compatibilidade com o personagem permitiu a nós um convencimento muito grande do caráter de Anton. Assistindo a uma aula e vídeos sobre os assassinos presos, uma psicóloga salientou a respeito de que esses criminosos não tinham olhares perdios e si fixos em poucos pontos e isso é muito claro no personagem, o fato é que Javier mereceu ganhar o Oscar apesar de Philip Seymour Hoffman está fantástico em Jogos do Poder.

Ainda não posso falar grandes coisas a respeito mas acho que é um filme ótimo, entretanto não a ponto de ganhar o Oscar, acho que tinha concorrentes forte e quando vê Conduta de Risco e Sangue Negro, falo sobre. A direção não tem grandes falhas e não peca, acho até que por esses motivos é que o filme, mesmo diante de tanto assassinato, agrada. A Montagem também é decisiva pra o bom entendimento da história sem contar que todas as atuações como um todo não deixam a desejar em momento algum. Pode até ser que seja um filme que nem todos gostem, mas vale a pena.


Nota: Dia 31/08 é o dia do blogueiro.O Blog day é um projeto criado com o intuito de divulgar novos blogs em comemoração a esse dia. Basicamente, para participar do projeto, você deve lincar 5 novos blogs que você acha interessante, para os seus visitantes conheçam. Então segue minha lista:


Curiosidade: Você sabe porque é comemorado hoje?! É que a data 31/08, forma a palavra ‘blog’! Parabéns a todos os blogueiros parceiros!

Blog Day 2008

Postado por Robson Filho às 8:14 PM
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Quarta-feira, Agosto 27, 2008


» Era Uma Vez... (Era Uma Vez...)

Gênero: Drama
Diretor(es): Breno Silveira
Roteiristas: Patrícia Andrade, com colaboração de Domingos de Oliveira.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco:Thiago Martins, Rocco Pitanga, Paulo César Grande, Marcos Pitombo, Cyria Coentro, Vitória Frate, Rodrigo Costa, Luana Schneider, Felipe Adler, Kikito.
Duração: 118 minutos.
Trailer: Clique Aqui!


O que às vezes mais me irrita é a falta de importância que muitos dão ao cinema brasileiro. Ele é cinema, assim como outros, podem não ter todo o glamour dos cinemas americanos e europeus, mas é nosso cinema e mostra nossa realidade. Realidade que às vezes não queremos enxergar, mas que não é só intrínseca a verdade das ruas do Rio de Janeiro, há favelas também no norte, nordestes, sul do Brasil, então não vão achar que isso só acontece na ‘cidade maravilhosa’, não é bem assim. Mais uma vez indo naquela onda da promoção, dessa vez não me irritei e nem posso dizer que não valeu a pena me deslocar até o cinema, esse filme me pegou de surpresa.

A história realmente não é das mais originais num contexto geral, mas sua trajetória a torna interessante e te deixa sempre ávido a ver o que acontecerá no desenrolar da história. Dé (Thiago MartinsShow de Bola) é um garoto pobre do Morro do Cantagalo no Rio de Janeiro e trabalha vendendo cachorro-quente num quiosque na badalada praia de Ipanema. Nina (Vitória Frate) é uma linda garota que mora em frente ao quiosque de Dé. Eles dois, duas realidades diferentes e uma coisa em comum, o amor.

Muitos classificam esse filme como o Romeu e Julieta adaptado a realidade brasileiro, mas acho que ele vai um pouco mais além disso. Além de mostrar o amor entre o casal, há também toda uma questão sociológica envolvida no filme pois essa dura contradição entre o rico e o pobre é o forte do filme, entre as lindas luzes dos apartamentos de Ipanema e as pequenas luzes das favelas ao redor. Alguns acharam que Breno Silveira (2 Filhos de Francisco) errou em alguns aspectos nesse filme e se dissermos que é perfeito seria mentira.

Mas tirar o mérito de um filme bem dirigido e que, apesar de não contar com grandes nomes nem atuações, atinge seu objetivo com esplendor. Foram poucas as trilhas sonoras dos filmes brasileiros que eu pudesse gostar, principalmente as que envolvem favelas, mas essa está muito boa e vale a pena escutar. Enfim, o fato é que o final consegue deixar uma impressão, no mínimo, interessante do longa e acho que posso considerar esse um bom filme e que recomendo. Thiago Martins desempenha um bom papel como favelado, já que essa é uma realidade dele que inclusive é falada ao fim do filme nos créditos finais. Além dele há uma ressalva a fazer pela excelente interpretação de Rocco Pitanga (Vestido de Noiva) que interpretou muito bem o irmão de Dé. Posso dizer que vale a pena ver.

Postado por Robson Filho às 8:32 AM
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Domingo, Agosto 24, 2008


» Escritores da Liberdade (Freedom Writers)

Gênero: Drama
Diretor(es): Richard LaGravenese
Roteiristas: Richard LaGravenese, Erin Gruwell, Freedom Writers.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Hilary Swank, Patrick Dempsey, Scott Glenn, Imelda Staunton, April Lee Hernandez, Mario, Kristin Herrera, Jacklyn Ngan, Sergio Montalvo, Jason Finn, Deance Wyatt, Vanetta Smith, Gabriel Chavarria, Hunter Parrish, Antonio García.
Duração: 123 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Filmes em que há a questão da relação professor-aluno sempre me interessou, não sei se é porque a fórmula é boa e seus filmes geralmente fazem certo sucesso. Alguns que assisti e que gosto bastante podem ser listados: Sociedade dos Poetas Mortos, O Clube do Imperador, Meu Mestre, Minha Vida. Todos muito bem conceituados na minha concepção com destaque especial para o último que tem uma atuação fabulosa de Morgan Freeman (Batman – O Cavaleiro das Trevas) como um diretor linha dura.

Escritores da Liberdade segue uma linhagem já um pouco desgastada mas válida do mestre que aos poucos vai envolvendo e mudando os alunos que vivem numa vida de perigo. A professora iniciante Erin Gruwell (Hilary Swank - A Colheita do Mal) encontra uma turma de alunos onde a maioria só se encontra por lá forçadamente além de estarem envolvidos em gangues e grupos étnicos que disputam espaço através da violência. O desenrolar da história se dá através do envolvimento e dedicação dela para com os alunos.

Há tempos que um filme não me envolvia emocionalmente, não me embalava numa sensibilidade de fazer chorar. Não tenho vergonha de admitir isso e até me questionava quanto a isso, se estava ficando frio demais a ponto de não me envolver com as histórias que via. E nesse longa isso foi bem possível, uma história que apesar de já batida consegue envolver e me fez deixar de lado defeitos de roteiros, atuações, ou direção de lado e procure a essência da história.

Os pontos a ressaltar são claros porque a dedicação daquela profissional iniciante com alunos que supostamente não tinham futuro deixa uma mensagem muito bonita. Hillary faz de forma muito boa a professora que procura de todos os modos solucionar o problemas dos seus alunos até em detrimento de si mesma, já que inclusive sofre problemas pessoais em razão de sua dedicação. As atuações dos adolescentes do filme também são boas e às vezes eles até relatam verdades que um dia possivelmente já tenham vivido.

Espero que quem veja esse filme bote um pouco de lado os quesitos técnicos inerentes a qualquer obra cinematográfica e se ponha ao dispor da mensagem que é passada, mensagem que serve não só para o âmbito escolar e sim também para a vida. O exemplo de quem não tem perspectiva, mas acaba se superando e também daqueles que enxergam um desafio e não desistam antes mesmo de começarem como o caso do jovem professora.

Postado por Robson Filho às 12:54 PM
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Quinta-feira, Agosto 21, 2008


» Um Plano Brilhante (Flawless)

Gênero: Drama
Diretor(es): Michael Radford
Roteiristas: Edward Anderson.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Demi Moore, Michael Caine, Lambert Wilson, Nathaniel Parker, Shaughan Seymour, Nicholas Jones, David Barras, Joss Ackland, Silas Carson, Derren Nesbitt, Rosalind March, Kevan Willis, Stanley Townsend, Jonathan Aris, Ben Righton.
Duração: 108 minutos.
Trailer: Clique Aqui!


Filmes sobre grandes roubos já me impressionaram mais. Não sei se foi porque algumas idéias já se esgotaram pra mim com as leituras dos grandes roubos dos livros de Sidney Sheldon. Esse filme me atraiu porque pra mim sempre uma super novidade, o que acabou não deixando de ser apesar de não tão surpreso quanto ficaria anteriormente, e também queria ver como se saia o grande Michael Caine (Batman - O Cavaleiro das Trevas) e a não tão boa Demi Moore (Instinto Secreto).

Em Um Plano Brilhante Moore é Laura Quinn, uma dedicada executiva que se ver numa corda bamba, pois há rumores de que será demitida de uma empresa que ela sempre vestiu a camisa, mas que sofria preconceitos por ser mulher. No mesmo momento aparece Sr. Hobbs, um antigo faxineiro existente na empresa de diamantes onde ela trabalha que propõe a ela um roubo magnífico. Ele tem o plano e ela o motivo. Daí em diante traça-se toda uma meta diante daquele objetivo.

O fato é que o filme teve uma boa direção e com isso a história que nem parecia tão boa tomou uma forma mais elegante e que surpreende mesmo aos que não se surpreendem tanto, como eu. Nunca vi um trabalho de Michael Radford embora acredite que necessitarei ver O Mercador de Veneza pra faculdade, mas acredito que ele se saiu bem e produziu um filme que permite certa intriga pra quem o assiste. Moore não consegue convencer, pra mim ela vai sempre ser aquela mulher ‘insegura’ de Ghost e nada mais.

Caine tem sempre aquele seu ar elegante que não deixa a desejar, mesmo interpretando um mero faxineiro. A montagem é fundamental em filmes desse gênero, e ela não deixou a desejar visto que o final monta todo o quebra-cabeças necessário ao entendimento. Esse longa é arrojado e simples mas que consegue convecer a muitos que o vê justamente pela sua singeleza ao tratar desse assunto. Por isso acho que quatro estrelas são de bom tamanho, não tendo sido o desastre que achei de O Plano Perfeito, está ótimo.

Postado por Robson Filho às 11:44 AM
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Segunda-feira, Agosto 18, 2008


.:: MEME II - O Retorno ::.


Recebi um MEME do amigo Weiner do blog A Grande Arte e ele é bem interessante. Nele é possível que nós blogueiros de cinema possamos conhecer um pouco mais dos outros, não nos limitarmos somente a passar nos blogs e comentar os filmes.

  • Quatro empregos que já tive:

1. Escola UNIFAN: Passei um tempo dando aula de inglês e passei a dar aula de informática depois.

2. CALL Center Riachuelo: É onde atualmente trabalho. Como estou no primeiro período da faculdade trabalho lá pra ganhar um dinheirinho e me abastecer no quesito cinema. Trabalho na TeleCobrança, portanto quem tiver devendo a Riachuelo poderá receber uma ligação minha. Hehe

  • Quatro filmes que assisto sempre que passam:

1. Ghost - Do Outro Lado da Vida

2. Mudança de Hábito

3. Ao Mestre com Carinho

4. Pacth Adams – O Amor é Contagioso

  • Quatro lugares onde já morei:

1. Picuí (PB): Morei nessa cidade até um ano, no máximo, porém nasci em João Pessoa. Meu pai trabalhava lá e depois foi transferido.

2. Brasília (DF): Fiquei até os quatros anos e depois meu pai resolveu voltar pra sua terra de origem.

3. Natal (RN): É onde moro atualmente e é uma cidade maravilhosa que amo muito. Tem seus contras mas o prós são bem favoráveis.

  • Quatro programas de TV que eu gosto:

1. Jornal Nacional

2. Jornal Hoje

3. Globo Ciência

4. Lost

  • Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

  1. Ayron (amigo)
  2. Robson (pai)
  3. Clara (amiga)
  4. Raissa (prima)

  • Quatro coisas que você faz todo dia, sem falta:

  1. Escutar MP3
  2. Trabalhar
  3. Pegar ônibus (ninguém merece)
  4. Ler alguma coisa.

  • Quatro comidas favoritas:

  1. Creme de Galinha
  2. Lazanha
  3. Feijão Verde
  4. Pizza

  • Quatro lugares que eu gostaria de estar:

  1. Hollywood, Estados Unidos.
  2. Roma, Itália.
  3. Grécia, Europa.
  4. Índia, Ásia.

  • Quatro pessoas que eu desafio a postar isso:

  1. João Paulo (Cine JP)
  2. Breno Adegas (Media's Talk)
  3. Cecília Barroso (Cenas de Cinema)
  4. Samantha (My Milliways)

Postado por Robson Filho às 10:02 PM
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Sábado, Agosto 16, 2008


» Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice)

Gênero: Romance
Diretor(es): Joe Wright
Roteiristas: Deborah Moggach, Emma Thompson, baseado em livro de Jane Austen .
Ano de Lançamento: 2005.
Elenco:Keira Knightley, Talulah Riley, Rosamund Pike, Jena Malone, Carey Mulligan, Donald Sutherland, Brenda Blethyn, Claudie Blakley, Sylvester Morand, Simon Woods, Kelly Reilly, Matthew Macfadyen, Pip Torrens, Janet Whiteside, Sinead Matthews.
Duração: 127 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

O primeiro contato que tive com o trabalho do diretor Joe Wright foi através do filme Desejo e Reparação e me agradei bastante com o propósito daquele filme. No entanto, acreditei que aquela era uma particularidade daquele filme e daquela história, na questão dos aspectos do filme como um todo. Mas pra meu engano isso também ocorreu em Orgulho e Preconceito, o primeiro filme de sua carreira, o que vale salientar ter começado muito bem já que recebeu quatro indicações ao Oscar e outros prêmios apesar de ter ganhado uns e outros não.

Neste longa a história, ocorrida no século XVIII, é baseada no livro homônimo da autora famosíssima Jane Austen e mostra a vida de uma família composta pelos pais e cinco filhas que encontram-se em dificuldades e vêem no casamento a oportunidade de uma saída do ‘buraco’. Com a chegada de um belo rapaz rico, todas se animam até porque junto com ele vem outro também belo, rico e solteiro.

Keira Knightley (Desejo e Reparação). Do seu trabalho nunca tive o que reclamar e nesse filme ela mostra sua qualidade e talento para o trabalho. De forma simples e deliciada ela se envolveu num personagem que nem sempre tem domínio sobre seus sentimentos e se deixar enganar facilmente, às vezes, é tanto que lhe rendeu uma indicação de melhor atriz. O figurino e a trilha sonora também agradam aos olhos e ouvidos, pois são de uma leveza que torna o filme mais belo.

A direção de Joe também me surpreende haja vista ser seu primeiro trabalho a frente de toda uma equipe. As locações são esplendorosas e muito bonitas, realçando o contraste existente no filme. Talvez seja na montagem e cortes que o filme pecou um pouco já que em certos momentos torna-se cansativo, mas nada que venha afetar a história em si. É um filme que agrada aos amantes do gênero, já quem não gosta tanto talvez o veja com outros olhos.

Postado por Robson Filho às 11:30 AM
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Quinta-feira, Agosto 14, 2008


» Space Chimps - Micos no Espaço (Space Chimps)

Gênero: Animação
Diretor(es): Kirk De Micco
Roteiristas: Kirk De Micco, Robert Moreland.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco:Andy Samberg, Cheryl Hines, Jeff Daniels, Patrick Warburton, Kristin Chenoweth, Kenan Thompson, Carlos Alazraqui, Zack Shada, Omid Abtahi, Patrick Breen, Jane Lynch, Kath Soucie, Stanley Tucci, Wally Wingert, Jessica Gee.
Duração: 81 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Eu já tinha visto o trailer desse filme achei que poderia até ser legal, daqueles em que você se diverte sem compromisso, mas estava decidido a não vê-lo já que achei mais adequado esperar no DVD mesmo. No entanto, ele entrou na promoção das 15h do cinemark e fui assistir pagando R$2,00 apenas, o que pra mim é sempre válido. A animação é sempre um gênero que consegue me surpreender em algum aspecto, seja na sua seriedade ao tratar de um assunto ou na sua forma descontraída e engraçada de tratar assuntos do cotidiano.

Em Space Chimps – Micos no Espaço a história gira em torno de um lugar encontrado no espaço em que provavelmente é habitado por seres vivos. Porém, os humanos sem a certeza de que eles podem habitar este lugar, fizeram testes com chimpanzés e chegaram à conclusão que eles seriam fundamentais pra ir nessa corrida. Gostariam que quem fosse ao espaço juntamente com mais dois tripulantes super preparados seria o neto de um grande chimpanzé que fez sucesso na agência espacial no passado. Porém o neto do grande macaco, Ham III, não leva a nada a sério e com isso há todo o desenrolar do longa.

Se eu disser pra vocês que estava esperando muita coisa estaria de certa forma mentindo, até porque dos pouquíssimos comentários que li e ouvi não passavam de um: “é, é bonzinho”. Mas como a situação me deu a oportunidade de vê-lo, conferi. O desastre não foi por completo mas chegou perto. Achei que é um filme que faltou um pouco mais de seriedade, não no longa em si mas na direção mesmo. Talvez um pouco mais de competência na construção de alguns personagens e também menos clichês.

A qualidade da animação também não é das melhores, principalmente na questão dos seres que habitavam o outro planeta. Chegou um momento em que acreditei seriamente que estava assistindo ao Discovery Kids (que minha sobrinha adora) no cinema e não um filme, tamanha a infantilidade de alguns personagens e do amadorismo da qualidade nesse aspecto e elenco. Consegui dá umas risadas e talvez por isso, eu deva dá duas estrelas, talvez por nada mais.


Nota: Desculpem minha ausência nos blogs e no meu próprio blog, o problema é que faculdade e trabalho estão me tomando o tempo, mas sempre que dá aparecerei por lá. Não é obrigação não, é prazer. Abraço!

Postado por Robson Filho às 7:03 PM
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Sábado, Agosto 09, 2008


» Moulin Rouge - Amor em Vermelho (Moulin Rouge)

Gênero: Musical
Diretor(es): Baz Luhrmann
Roteiristas: Baz Luhrmann e Craig Pearce.
Ano de Lançamento: 2001.
Elenco: Nicole Kidman, Ewan McGregor, John Leguizamo, Jim Broadbent, Richard Roxburgh, Garry McDonald (2), Jacek Koman, Matthew Whittet, Kerry Walker, Caroline O'Connor, Christine Anu, Natalie Mendoza, Lara Mulcahy, David Wenham, Kylie Minogue.
Duração: 127 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Acho que todos que lêem meu blog e conversam comigo por outros meios (seja orkut ou MSN) sabem perfeitamente que um dos últimos gêneros que gosto de ver e o musical. Minha experiência não é nem um pouco boa, pois não consigo ver um objetivo no fato das pessoas, do nada, saírem catando seja feliz seja triste. Portanto, nenhum musical me agrada e eu sempre os deixo em último plano. Porém, muitos dos que conheço diziam que eu podia mudar essa percepção ao ver Moulin Rouge – Amor em Vermelho, diziam ser um musical diferente que divertia e envolvia ao mesmo tempo. Pronto, agora eu vi.

A história gira em torno de um casal que se apaixona, porém não é um casal qualquer. Ela, Satine (Nicole Kidman - A Bússola de Ouro), é uma cortesã e ele, Christian (Ewan McGregor - O Sonho de Cassandra) é um pobre escritor. Ele escreve um uma peça na qual ela encena, porém quem patrocina esse espetáculo é o Duque de Monroth (Richard Roxburgh - Ameaça Invisível – Stealth) que quer para si a exclusividade dos trabalhos da cortesã Satine, fazendo com que o relacionamente entre ela e Christian não seja possível.

O fato é: eu adorei esse filme. Pensei que o que todos diziam não fosse fazer com que ele me conquistasse afinal minha empatia não é das melhores com os musicais como já disse. No entanto, isso não aconteceu e ele me conquistou de uma forma que sinto até vontade de vê-lo mais de uma vez. Acho que isso se deve a alguns pontos que fizeram com que o filme conquistasse a muitos que o assiste. Primeiro que o filme mostra uma animação no início que contagia e mais: mostra que a música é instrumento comum daqueles que fazem parte da história, isso quebra a estranheza dos não simpáticos ao filme.

Depois a demonstração do lado pessoal daquelas chamadas cortesãs faz com que mostre o conteúdo possível da história. O envolvimento dos personagens e dos artistas permite a nós enxergar uma magia maior e que possivelmente é o objetivo do filme. tudo é um pouco alegórico, tudo é um pouco fantasioso e ao mesmo tempo real. Outro fator que me chamou atenção foi o envolvimento das músicas com as contemporâneas, o que deixa o filme bem mais dinâmico, além do que as músicas surgem, em sua maioria, em momentos oportunos e não do nada.

O filme merece sim a indicação ao Oscar mesmo que não o tenha ganhado. Tendo perdido pro excelente Uma Mente Brilhante de Ron Howard. Além das outras indicações que foram merecidas com destaque pra Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte que foram vencedoras do Oscar. A atuação de Nicole está excelente, acho que foi uma das melhores que já vi fazer. As músicas então, nem se fala. Estou escutando direto. O filme me conquistou e já entrou na lista dos meus preferidos.

Nota: Uma amiga comentou comigo que achava a letra do meu blog um tanto quanto pequena. Gostaria que comentassem o que a chama a respeito. Acham que devo aumentá-la? Obrigado!


 Moulin Rouge - Lady Marmelade

Postado por Robson Filho às 12:37 AM
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Terça-feira, Agosto 05, 2008


» Kung Fu Panda (Kung Fu Panda)

Gênero: Animação
Diretor(es): Mark Osborne e John Stevenson .
Roteiristas: Jonathan Aibel e Glenn Berger, baseado em estória de Ethan Reiff e Cyrus Voris.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Ian McShane, Jackie Chan, Seth Rogen, Lucy Liu, David Cross, Randall Duk Kim, James Hong, Dan Fogler, Michael Clarke Duncan, Wayne Knight, Kyle Gass, JR Reed.
Duração: 92 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Adoro animação. Mas dizer que todas são excelentes e que me acabo de rir ou me envolvo com elas é demais. Têm algumas, inclusive, que nem sequer me atraem, deixo sair do cinema e só confiro em DVD, às vezes nem isso. Kung Fu Panda foi uma dessas que quando vi o trailer não achei que fosse algo que tinha que conferir na telona. No entanto, algo que sempre me deixar curioso é quando as opiniões se dividem sobre o mesmo filme, e eu também quero tirar minhas próprias conclusões. Com essa animação não foi diferente. Por isso fui conferir.

Po é um enorme urso panda completamente desajeitado pra não dizer desastrado. Ele, sendo um adorador do Kung Fu foi até uma apresentação que decidiria quem seria o escolhido de uma antiga profecia que seria destruir o traiçoeiro leopardo Tai Lung em prol do vale onde vive. Pó passa a conviver com cinco lutadores de verdade que são a Tigresa, a Cobra, a Garça, o Macaco e o Louva-deus. Se você parar pra observar o roteiro pode parecer bem interessante, mas os clichês falam um tanto quanto alto nesse longa.

Não que isso tire por completo a história do filme, mas deixa a desejar em alguns aspectos. E pode-se garantir, animação nem sempre é só clichê, Wall-E veio pra mostrar isso. A diversão é boa, dá pra você dar umas boas risadas porém não é como um Sherk ou um Procurando Nemo. Sinceramente? Não chega aos pés. Porém é um filme mediano que tem uma boa dose de tudo e passa uma mensagem bonita, ainda que clichê, mas que cumpre bem seu papel. O panda e seu jeito desastrado faz sucesso e isso é bom. O fato é que se alguém paga por Kung Fu Panda pra se divertir, muito provavelmente não vai sair de lá decepcionado, a diversão é garantida só não é 100%.

Postado por Robson Filho às 4:05 PM
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Segunda-feira, Julho 28, 2008


.:: Férias, temporárias mas férias ::.




Pra quem há cerca de um mês não tinha nada o que fazer e ficava totalmente no ócio, hoje em dia até que estou bastante ocupado. Há vinte dias comecei a trabalhar, o que ocupa meu tempo. Além disso estou participando de um evento de requer umas muitas reuniões principalmente nesse período final de férias. Ou seja, falta-me tempo pra assistir a meus queridos filmes e falta-me tempo pra atualizar o blog e entrar nos dos colegas. Resolvi pedir férias, pra poder resolver as coisas essa semana maluca que estou tendo. Mas não é despedida, só vou resolver as coisas e uma semana, no máximo duas eu volto! Abraço a vocês e agradeço muito a visita de cada um aqui. Abraços a todos!

Postado por Robson Filho às 7:19 PM
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Quinta-feira, Julho 24, 2008


» Não Estou Lá (I'm Not There )

Gênero: Drama
Diretor(es): Todd Haynes.
Roteiristas: Oren Moverman e Todd Haynes.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco: Cate Blanchett, Ben Whishaw, Christian Bale, Richard Gere, Marcus Carl Franklin, Heath Ledger, Kris Kristofferson, Don Francks, Roc LaFortune, Larry Day, Paul Cagelet, Pierre-Alexandre Fortin, Richie Havens, Tyrone Benskin, Kim Roberts.
Duração: 135 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

A minha curiosidade por esse filme já não é de hoje, muitos dos meus colegas blogueiros já vinham escrevendo sobre ele e declarando ser um dos filmes que mais se destacaram no primeiro semestre deste ano. Tudo bem que as cinebiografias sempre são boas pedidas e que marcam, e com isso, achei que veria mais uma forma tranqüila e simples de ver a vida de uma pessoa famosa em um longa.

No entanto, estava completamente enganado quando me deparei com os primeiros quinze minutos que mostraram várias faces, com atores diferentes em cima de alguém que teoricamente deveria ser a mesma pessoa. Ficou confuso? Eu também, mas depois comecei a entrar no ritmo do filme e da música, é claro, o que me embalou na vida estranha e diferente do, nenhuma vez citado, Bob Dylan.

Bob Dylan se reinventou de formas tantas e diversas que muitos de seus fãs o acusavam de falta de personalidade, no entanto, me pergunto se seria falta de personalidade ou personalidade demais? Pra ilustrar bem a vida dessa figura atípica, o diretor Todd Haynes (Longe do Paraíso) resolveu botar pessoas diferentes para interpretar uma mesma figura mesmo que na obra, eles tivessem nomes diferentes. O bom é que isso, que poderia parecer uma loucura, deu um bom resultado.

Nós temos: o garotinho negro Marcus Carl Franklin - sua origem folk e sua idolatria por Woody Guthrie; Christian Bale (Batman - O Cavaleiro das Trevas) - seu sucesso inicial como cantor político; Cate Blanchett (Elizabeth: A Era de Ouro) – a versão “guitarra elétrica” e viciada em estimulantes; Heath Ledger (Batman - O Cavaleiro das Trevas ) - o lado “família” e sua experiência com o Cinema; Ben Whishaw (Perfume: A história de um Assassino) - o lado poeta; e Richard Gere (O Vigarista do Ano) - o misantropo farto da exposição e das cobranças.

Quem tem certo conhecimento da vida do cantor, mesmo que prévio, com certeza terá bem mais facilidade de captar a mensagem do filme, o que não foi o meu caso. Um ponto alto a se ressaltar é a forma clara do filme em que cada fase em que os atores representam Bob Dylan demonstra uma característica fotográfica diferente, seja ela desgastada, preto-e-branco, nostálgica, e várias outras o que dá mais consistências aos fatos apresentados.

A montagem, pra mim tornou-se um tanto confusa, tudo bem que a linearidade não é o objetivo do filme, muito pelo contrário, mas com um pouco mais de cuidado seria possível que se fizesse entender de forma mais rápida e completa. O fato é que essa é uma cinebiografia atípica, mas que ao mesmo tempo marca. Mesmo que muitos não gostem dele, termino meu texto com as palavras de Pablo Villaça do Cinema em Cena, principalmente no que diz respeito a Trilha Sonora do filme: “A diferença é que não sabemos quem é o homem que ali se encontra. E nem precisamos saber; ouvi-lo já é o bastante”.


Bob Dylan - Blowin in the wind (Não Estou Lá)

Postado por Robson Filho às 3:42 PM
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